By: tudo jóia

A Caixa Econômica Federal realiza, na próxima segunda e terça-feira, o sétimo leilão de jóias de 2011, no estado do Rio de Janeiro. A licitação acontece no edifício-sede da Caixa, na Av. Almirante Barroso, 174, 3º andar, centro do Rio, das 10 às 15h. Estarão disponíveis para lance 9.510 contratos de Penhor, que constam do catálogo de lotes para consulta na internet (www.caixa.gov.br ).

São contratos vencidos há mais de 30 dias, cujos proprietários ainda não regularizaram a situação de inadimplência com a Caixa.

Os titulares dos contrato, relacionados para o leilão poderão renová-los até as 16h de terça-feira, segundo dia da exposição, preferencialmente, nas agências que possuam penhor, afastando suas jóias da licitação. Os lotes poderão ser vistos nos dois dias do evento. As propostas serão feitas por lances, digitados nos terminais de auto-atendimento, sendo vencedor quem apresentar a maior oferta. Nos seis leilões, já realizados no ano de 2011, foram relacionados 75.186 contratos, sendo vendidos 14.662. Os demais contratos foram renovados pelos clientes titulares. Para este leilão, estão previstos contratos pertencentes a 38 agências do município e do estado do Rio de Janeiro.

As agências que possuem contratos, incluídos no leilão são: Rosário, Barra do Piraí, Macaé, Nova Iguaçu, Resende, São João de Meriti, Teresópolis, Três Rios, Volta Redonda, Andaraí, Bandeira, Bangu, Cascadura, Laranjeiras, Madureira, Saens Pena, 14 Bis, Angra dos Reis, Araruama, Riachuelo, São Francisco, São Clemente, Barra da Tijuca, Rio Norte, Praça Seca, Jardim Botânico, Presidente Vargas, Cardeal Arcoverde, Passeio Shopping, Praça Mauá, Ataulfo de Paiva, Norte Shopping, Ouvidor, Pelinca, 28 de Setembro, Freguesia, Recreio dos Bandeirantes e Nilo Peçanha.

Os lotes serão vendidos pela maior oferta, considerando o valor da dívida e o valor da avaliação. O lote mais caro do leilão é composto por um colar de ouro pesando, no total, 398,40 g, com lance mínimo de R$ 15.140.

O segundo lote mais caro, constituído por três alianças, seis anéis, quatro colares, oito pulseiras, treze pendentes em ouro, ouro branco, diamantes, pedras e pérola cultivada, pesa 317,30g e tem lance mínimo de R$ 12.219. Já os dois lotes mais baratos contêm: o primeiro, um pendente de ouro, com peso de 1,60g, e o segundo, um colar e dois pendentes em ouro, com peso de 1,60g. O lance mínimo, para cada um desses dois lotes, é de R$ 65.

A expectativa da Caixa, para esse leilão, é que os proprietários dos lotes compareçam às agências para regularizar a situação, reduzindo assim o número de contratos leiloados. Os titulares dos contratos, incluídos no leilão, têm prioridade no processo, sendo permitida a regularização, perante a Caixa, até o dia 12 de julho (último dia de exposição), durante o horário bancário, com o conseqüente afastamento dos contratos da licitação. A regularização consiste em renovar ou resgatar o contrato.

Para renovar, é necessário o pagamento dos juros do período. Já para resgatar, é preciso quitar totalmente a dívida. Os equipamentos, disponíveis nas salas de auto-atendimento das agências da Caixa, podem ser utilizados até as 16h.

Os interessados em participar do Leilão deverão comparecer a uma das agências da Caixa, que operam com Penhor, munidos de original e cópia de CPF, documento de identidade e comprovante de residência, para cadastramento de senha. Podem participar pessoas físicas ou jurídicas. Os lances deverão ser efetuados, exclusivamente, nos terminais de auto-atendimento das agências da Caixa, no horário de funcionamento das salas.

O resultado do leilão será divulgado no dia 13 de julho (quarta-feira), a partir das 12h, no Espaço Leilão da Av. Rio Branco, 174 – 3º andar, mesmo local da exposição, ou no sítio da Caixa. O pagamento dos lotes arrematados deverá ser efetuado no dia do resultado, integral ou parcialmente, com um sinal de 20% sobre o valor ofertado. Caso o cliente prefira optar pelo pagamento de sinal, o restante deverá ser integralizado em até 48h. Se o pagamento for efetuado por cheque, as jóias serão liberadas após a compensação. As peças poderão ser retiradas somente após a quitação.

Fonte: Monitor Mercantil / Caixa Econômica Federal

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